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DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS

Fonte : www.catep.com.br         CLIPPDICAS ! ! !                   

     Assim como o diâmetro de um cano é função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor depende da quantidade de elétrons que por ele circula (corrente elétrica). Além disso, toda vez que circula corrente, o condutor se aquece, devido ao `atrito` dos elétrons em seu interior.
     No entanto, há um limite máximo de aquecimento suportado pelo fio ou cabo, acima do qual ele começa a se deteriorar. Nessa condições, os materiais isolantes se derretem, expondo o condutor de cobre, podendo provocar choques e causar incêndios.
     Para evitar que os condutores se aqueçam acima do permitido, devem ser instalados disjuntores ou fusíveis nos quadros de luz. Esses dispositivos funcionam como uma espécie de `guarda-costas` dos cabos, desligando automaticamente a instalação sempre que a temperatura nos condutores começar a atingir valores perigosos.
     Dessa forma, o valor do disjuntor ou fusível (que é expresso sempre em Ampères – A) deve ser compatível com a bitola do fio, sendo que ambos dependem da corrente elétrica que circula na instalação. Como a corrente é o resultado da potência dividida pela tensão, a tabela abaixo indica a bitola do condutor e o valor do disjuntor em função desses parâmetros.

Tipo de circuito

Tensão
(volts)

Potência máx.
(watts)

Bitola fio
(mm²)

Disjuntor máx.
(A)

iluminação

110

1.500

1,5

15

tomadas

110

2.000

2,5

20

tomadas

220

4.000

2,5

20

chuveiros e torneiras elétricas

220

6.000

6

35

ar condicionado

220

3.600

4

25

     Outras dicas:
     • nunca aumentar o valor do disjuntor ou do fusível sem trocar a fiação, uma vez que deve haver uma correspondência entre eles;
     • a menor bitola permitida por norma para circuitos de lâmpadas é de 1,5mm² e, para tomadas, de 2,5mm²;
     • devem ser previstos circuitos separados para iluminação e tomadas.

Fonte: Impresso do Instituto Brasileiro do Cobre / Pirelli / Ficap S/A – set/98.


 

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               Orçamento Real em  Steel Frame ...

         Fonte : Revista Construção Mercado ; Editora PINI ...

 

Protótipo de habitação popular mostra alternativa para produção de três casas por dia, a R$ 800/m²

Um modelo de habitação econômica de 42 m² com estrutura em perfil leve metálico, mais conhecida como steel light frame, está exposto em um terreno de 120 m² em Cajamar, município da região metropolitana da capital paulistana. O protótipo, executado pela construtora Seqüência, foi erguido com a finalidade de aferir a produtividade na aplicação da tecnologia em larga escala para habitações de interesse social.

O resultado dos ensaios traz indicadores interessantes. Para execução de empreendimentos de no mínimo 150 unidades, a fundação radier (laje apoiada no terreno) consome de três a cinco dias. Os outros principais itens da curva ABC podem ser feitos em massa: fabricação de frames (cinco por dia); instalação hidráulica e elétrica e montagem de frames (quatro por dia); chapeamento interno e externo (três por dia). `A partir de dez dias de obra, podemos entregar três casas diariamente com uma equipe de 25 montadores`, diz o arquiteto Alexandre Mariutii, diretor da construtora Seqüência.

No canteiro, a solução, além de reduzir a quantidade de mão-de-obra empregada e o prazo de execução, também oferece facilidade na instalação de tubulações hidráulicas e elétricas; usa materiais mais leves que os itens aplicados no sistema convencional; evita desperdícios de materiais e de água, já que se trata de uma construção seca, e vale-se de outras técnicas racionais que tornam a construção mais industrializada.

Características do empreendimento

Modelo de habitação de interesse social em steel frame
Localização: Cajamar, São Paulo
Construtora e incorporadora: Seqüência
Área do terreno: 120 m²
Área construída: 42 m²
Fundações: radier
Número de pavimentos: térrea
Tempo de construção: depois de dez dias de obra, entrega de três casas por dia
Dimensões dos ambientes: 6,00 m de frente por 6,88 m de fundo; sala (3,88 m x 3,24 m), dormitório 1 (3,32 m x 2,90 m), dormitório 2 (2,86 m x 2,95 m), banheiro (1,20 m x 1,88 m), cozinha (2,30 m x 1,88) m

Um exemplo é a redução do impacto do processo de construção ao meio ambiente. `A quantidade de entulho gerada numa edificação em steel frame é muito menor do que a convencional, além do que os materiais podem ser reaproveitados ou reciclados, minimizando o gasto com energia incorporada proveniente da fabricação inicial desses materiais`, diz.

No quesito sustentabilidade, a solução também promete reduzir o risco de acidentes, pois possibilita operações mais seguras (com montagem de pré-fabricados) e diminui os transtornos com ruídos da obra. `Em relação ao consumo de energia, a edificação em steel frame possui isolamento termoacústico que pode oferecer economias significativas no uso de equipamento de ar condicionado ou aquecimento elétrico`, explica o arquiteto.

Mas e o custo elevado do aço, commodity pressionada pelo crescimento da demanda mundial? De acordo com Mariutti, para manter a competitividade do sistema e chegar à proporção de R$ 848,01/m², a construtora desenvolveu perfis feitos com uma chapa fina de aço, com largura inferior a 1 mm, diminuindo o consumo do metal.

O método, utilizado para casas térreas e modelos com dois pavimentos, segundo o arquiteto, já atende a norma de desempenho vigente no País. `A norma estabelece critérios mais rígidos para sobrados do que para casas térreas e, por isso, enviamos o protótipo de dois andares ao IPT [Instituto de Pesquisas Tecnológicas], que avaliou o desempenho de cada sistema e aprovou o projeto`, conta o diretor.


Apoio de Engenharia: Juliana Cristina Teixeira


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Fonte : www.catep.com.br

 

COBERTURAS

     A cobertura é uma das partes mais importantes de uma construção, e seu custo normalmente varia entre 8 a 12% do total da obra. Para definir o tipo de cobertura, deve-se considerar não só o estilo desejado mas também todos os aspectos climáticos da região onde a edificação será erguida. Na época do Brasil colonial, por exemplo, áreas de muita chuva beneficiavam-se com o telhado em estilo colonial, em que os beirais formam um ângulo obtuso com a estrutura principal, proporcionando maior velocidade à água e conduzindo-a para longe das paredes laterais, o que evita a corrosão.
     O tipo normando, acabado com telhas de ardósia ou barro, com grande inclinação e várias águas - muito usado em regiões com clima frio, como o sul do país ou Campos do Jordão (SP) - também tem sua origem no clima. Na arquitetura medieval normanda, o objetivo desse telhado era impedir que a neve ficasse sobre as telhas. Em cidades como São Joaquim (SC), esse modelo pode até desempenhar tal função, mas em outros locais do Brasil ele está muito mais ligado à estética. Quando elaborado com telhas de ardósia, é recomendável usar uma subcobertura, geralmente feita com chapas de alumínio, para evitar infiltrações.
     Devido à grande inclinação, o telhado em estilo normando exige ainda um cuidado especial: a amarração das telhas, que devem ser presas com um fio de cobre, evitando deslizamentos. Em áreas de muito vento, as peças também devem receber um tipo de amarração especial, feito com fio de arame galvanizado reforçando o tradicional encaixe nas ripas. Qualquer que seja o material usado na amarração, revisões e manutenção periódicas são obrigatórias.
     No caso de beirais aparentes em locais de intensa circulação de ar, é recomendável fazer um forro para que o vento não entre por baixo das peças, levantando-as, mesmo que elas disponham de uma ligação especial.
     Nas edificações situadas em regiões quentes, o beiral é uma boa alternativa para inibir a ação direta e constante do sol sobre qualquer parede externa, devendo ser observada legislação de zoneamento vigente. Em São Paulo, por exemplo, a lei considera beirais com mais de 60cm como áreas construídas. Além disso, deve-se estar atento também à possibilidade de cada tipo de telha: conforme o tamanho da peça, pode-se proteger beirais de até 2m. Em alguns casos, há ainda possibíliade de ser construída uma varanda, quando o telhado, além de proteger as paredes, cria um ambiente externo.
     A ventilação é outro ponto importante em áreas quentes. Em geral, as telhas que exigem maior inclinação determinam a formação de um grande colchão de ar entre elas e o forro, o que por si só garante o conforto térmico. As telhas de fibrocimento, muitas vezes, vêm acompanhadas de polietileno, instaladas nos vãos entre a cumeeira e as águas, permitindo a saída do ar. Para manter o isolamento térmico, uma boa solução é a colocação de lã de vidro e de rocha, com 1 polegada de espessura, entre a cobertura e o forro.
     Um fator que também deve ser levado em consideração é a localização do terreno em relação aos centros comerciais. A substituição ou reposição de um produto grande e pesado pode ser bastante difícil, além de onerosa.
     No caso de lajes aparentes, é fundamental a execução da impermeabilização, que pode ser executada, por exemplo, com uma capa de argamassa com 1% de inclinação, além de um eficiente sistema de captação de águas pluviais.
     O telhado mais tradicional nas residências brasileiras apresenta telhas de barro e estrutura de madeira. É importante adotar a madeira seca, um pouco mais cara, porém evita-se empenamento. A verde precisa ficar secando por 6 meses em local coberto, antes de ser utilizada. Deve-se também mantê-la protegida contra cupins e fungos, com um banho de imunizante. Há ainda a opção por estruturas metálicas, que oferecem a vantagem da resistência à ação de cupins e ao apodrecimento. No entanto, seus preços são elevados e seu peso é maior. A madeira continua liderando as preferências em estruturas residenciais, imperando a peroba-rosa e o ipê, consideradas como acabamentos de qualidade e, por isso, mais caras, e o angico-preto e o jatobá, madeiras mais baratas, duras e com boa resistência ao apodrecimento e ataque de insetos.
     Se as medidas básicas para a obtenção de um bom madeiramento forem observadas, o telhado, desde que esteja livre de infiltrações, nunca apresentará problemas.
     Dependendo da telha, a estrutura terá uma determinada inclinação, garantindo o escoamento das águas pluviais. A cobertura plana é a mais adotada no país, mais ainda existem a cilíndrica e a cônica.

     Como deve ser calculado o caimento:

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     Para cada metro linear de base do telhado, a inclinação sobe um percentual que pode ser convertido em centímetros. Assim, 50% equivalem a 50 centímetros de rampa por metro.
     As telhas podem ser de barro, madeira, metal, ardósia, fibrocimento ou concreto, em vários modelos. Cada tipo requer uma inclinação específica (ver dica a esse respeito).
     As de barro, as mais utilizadas, proporcionam bom conforto termoacústico. Se adotadas em projetos com pé-direito amplo, podem dispensar o forro, o que não acontece com as de concreto, que ainda são mais pesadas.
     As de fibrocimento suportam vãos maiores com inclinações menores; com grandes dimensões, exigem uma estrutura com pouca madeira para apoio. Como seu isolamento termoacústico é menor, é recomendável a execução de forro ou laje.
     As de ardósia, com formato retangular ou de losango, são pequenas, requerendo um bom madeiramento.
     As metálicas são mais utilizadas em estruturas industriais; se empregadas em construções residenciais, devem ser acompanhadas por mantas de lã de vidro para proteção termoacústica.
     Na hora da compra, é sempre interessante acrescentar 5 a 10% para substituições futuras.

Fonte: Revista Arquitetura & Construção - abr/93.


 

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Fonte : www.catep.com.br

EXECUÇÃO E MANUTENÇÃO DE PISCINAS

 

     O primeiro passo para construir uma piscina é avaliar o terreno por meio de uma sondagem, o que determinará o tipo de solo e se há lençol freático no local, permitindo a escolha da estrutura a ser adotada:
     • concreto armado: profissionais da construção dizem que é a mais segura, resistente e definitiva. A estrutura é feita com fôrmas de madeira, preenchidas com ferragens e concreto. Este processo demora de 1 a 2 meses;
     • alvenaria: feita com tijolos comuns ou blocos estruturais, é resistente mas pode se movimentar, fazendo surgir rachaduras. É finalizada entre 7 e 10 dias;
     • fibra de vidro: é feito um buraco já na medida da superfície externa da piscina, e colocado um fundo de concreto magro com no máximo 5cm de espessura. Enquanto a piscina é acomodada, joga-se terra ao seu redor, compactando-a. Na mesma proporção de terra é colocada água em seu interior. Se o terreno for muito úmido, faz-se uma caixa de contenção em alvenaria com blocos estruturais. Com o tempo (após 5 anos), perde a cor, mas pode ser repintada com tinta epóxi ou gel-parafinado (recomenda-se que isso seja feito pelo fabricante). Sua instalação é feita em 20 dias, e sua vida útil é de 10 anos;
     • aço-carbono ou galvanizado: chapas de aço, parafusadas uma na outra e reforçadas com camadas finas de concreto e vermiculita, substituem os blocos estruturais, dando o formato desejado à piscina que será revestida com vinil.
     A impermeabilização é necessária para as piscinas de alvenaria ou concreto armado. As mais indicadas são as de soluções, emulsões e mantas asfálticas. O impermeabilizante deve ser protegido com outra camada de cimento e areia. Recomenda-se nunca esvaziar a piscina nem deixá-la com pouca água, pois ela fica exposta a variações térmicas que podem causar rachaduras ou até comprometer a estrutura da mesma.
     O mercado oferece vários tipos de revestimentos como azulejos, pastilhas cerâmicas ou de vidro, mármore, granito, tinta epóxi, borracha clorada e vinil. Os materiais têm que ser lisos, a fim de evitar acidentes, e devem apresentar baixo índice de absorção de água (entre 0 e 6%).
     A profundidade da piscina depende de como e por quem ela será usada. Para que a água seja aquecida apenas com a luz do sol, a profundidade não deve ser maior que 1,30m. Em caso de declive, ela pode variar entre 0,60 a 1,60m. A prática de esportes como o biribol (volei na água) requer profundidade uniforme de 1,50m, enquanto o pólo aquático exige 1,80m.
     A instalação de trampolim necessita de profundidade mínima de 3,50m, por questões de segurança; para escorregador, 2,00m são suficientes.
     As escadas tipo marinheiro devem ser instaladas na parte rasa, e são obrigatórias para piscinas com mais de 0,50m de profundidade. Se houver a freqüência de idosos, deve-se fazer uma escada de alvenaria submersa em uma das laterais, para não atrapalhar os esportes aquáticos.
     No caso de uso noturno da piscina é essencial a iluminação subaquática. Os refletores são de cobre, com lente blindada e um tranformador para reduzir a voltagem de 220 para 12V, evitando o risco de choques. Para que a manutenção (troca de spots e lâmpadas) possa ser feita sem o esvaziamento da piscina, pode ser construído um corredor ao redor do tanque, com acesso pela casa de máquinas, ou câmaras de manutenção específicas para os pontos.
     Para a garantia da limpeza e qualidade da água existem diversos equipamentos, cuja quantidade, tamanho e potência depende da dimensão e do volume de água da piscina. A maioria dos dispositivos é instalada na casa de máquinas, próxima à piscina e sempre abaixo do nível da água. Aa normas da ABNT determinam um ambiente com área 2,5 vezes maior que o espaço ocupado pelas máquinas, pé-direito de 2,30m, piso lavável com sistema de drenagem e área de ventilação igual a 1/4 da do piso. Os principais equipamentos são:
     • skimmers: dreno de superfície (coadeira) que suga as partículas não decantáveis, como fios de cabelo, insetos e folhas;
     • filtro: suas funções (filtragem, recirculação, lavagem, drenagem e pré-filtragem) são reguladas por uma válvula. Deve funcionar todas as noites durante 4 a 6 horas. Pode ser feito em aço carbono (pesado e mais sujeito ao ataque dos produtos químicos), fibra de vidro (mais durável que o de aço) ou polietileno (mais leves e livres de ataques químicos);
     • bomba: sempre associada ao filtro, com modelos centrífugos (necessariamente instalados abaixo do nível da água, com pré-filtro acoplado com a função de peneirar os detritos maiores antes que alcancem a bomba) e auto-escorvantes (com poder de puxar a água mesmo estando até 1m acima da superfície da piscina). São fabricadas em ferro (mais duráveis, embora sujeitas à ferrugem) ou de polietileno (imunes à corrosão). Ambas podem ser danificadas pela alta temperatura, caso trabalhem sem água;
     • dispositivo de retorno: posicionado na parede da piscina, a cerca de 0,40m abaixo da superfície da água, direciona e regula a vazão da água que parte da tubulação de retorno. Utiliza-se um dispositivo a cada 50m³, sendo necessária a instalação de no mínimo dois para qualquer piscina;
     • dispositivo de aspiração: também colocado abaixo do nível da água, nele é conectada a mangueira dos aspiradores de fundo. Seu posicionamento correto é importante, permitindo que o aspirador atinja toda a extensão do tanque;
     • aquecedores: instalado dentro da casa de máquinas. Existem diferentes linhas específicas para cada tipo de combustível:
        » lenha e carvão - baratos, porém de difícil armazenamento, são mais indicados para sítios e fazendas;
        » eletricidade - a instalação, além de ser cara, requer a elaboração de projeto para troca do sistema monofásico para trifásico, que deverá ser aprovado pela concessionária de energia. Um bom aterramento é importante;
        » gás - barato, tem capacidade de aquecimento maior que a eletricidade. Para o uso do gás de rua, a concessionária local deve ser consultada para autorização da alteração de vazão. No caso de botijões, é preciso estar atento a possíveis vazamentos;
        » sol - é a energia mais barata, porém incerta. Os equipamentos solares somente funcionam em dias de sol ou, no mínimo, de mormaço. Consiste na instalação de coletores de cobre ou alumínio, fechados com vidro ou não, com área total equivalente a 80% (em regiões de clima quente) ou 100% (nas mais frias) da área da piscina. O local ideal para a instalação é sobre um telhado próximo, com direcionamento para o Norte (na região Centro-Sul do país) ou Sul (Norte e Nordeste) para melhor insolação. Com 5 a 6 dias de sol pleno é possível elevar a temperatura da água a 7ºC acima da ambiente. Seu custo é aproximadamente o dobro do que um aquecimento a gás, mas sua durabilidade é de 15 a 20 anos;
        » bomba de calor - retira o calor do ar para aquecimento da água, e é colocado entre o filtro e o retorno, usando a mesma tubulação de PVC da piscina. Em 48 horas de funcionamento, eleva a temperatura a 30ºC.
     Para a manutenção da qualidade da água podem ser utilizados diversos métodos, a saber:
     • controle de pH: o pH ideal fica numa faixa entre 7,2 e 7,4. Uma série de kits encontrados em casas especializadas permitem verificar seu nível e corrigí-lo com o uso de redutor (bisulfato de sódio e ácido muriático) ou elevador (barrilha ou soda cáustica);
     • bactericidas e algicidas químicos: o bactericida mais utilizado é o cloro, encontrado nas formas líquida, granulada ou em pastilhas, e cujo nível residual na água deve girar em torno de 1,0ppm. Os algicidas podem ser de choque (para eliminação de algas já presentes) ou de manutenção, e seu uso depende do volume da piscina;
     • cloração automática à base de sal grosso: sistema elétrico composto por um controlador disposto junto ao filtro, enquanto uma célula de titânio, suficiente para até 150.000 litros de água, fica dentro da piscina. Para a produção de cloro é necessário jogar sal grosso na água. Mediante a passagem de uma corrente elétrica, a célula separa as moléculas que compõem o sal (cloreto de sódio), transformando-o em cloro, despejado na água, e sódio, retido na célula. A cada 4 horas o sistema é acionado de forma que haja sempre cloro na piscina;
     • ionização: dispensam o uso de quaisquer outros produtos químicos, utilizando íons metálicos de cobre e/ou prata para inibir a formação de algas, fungos e demais microorganismos. Este processo deve ser controlado rigorosamente para evitar o acúmulo de metais e a corrosão dos equipamentos metálicos existentes na piscina;
     • floculação ou clarificação: empregado para casos em que o filtro não consegue aspirar toda a sujeira e a água permanece turva. Existem dois tipos de floculação: à base de sulfato de alumínio e barrilha, dando origem a flocos gelatinosos que aglomeram e decantam a sujeira para ser aspirada, e um produto que adota polieletrólitos (grande seqüência de moléculas eletricamente carregadas, emendadas uma na outra). Uma minúscula quantidade deste material pode reunir milhões de partículas negativas de sujeita num só floco fortemente agregado, retido pelo filtro;
     • limpeza manual: os equipamentos básicos de limpeza são o aspirador (manual ou automático, que funciona até sem motor), o esfregão (para limpeza dos rejuntamentos) e coadores de plástico rígido e flexível.
      O deck não deve ser construído com materiais escorregadios nem de cores escuras, que absorvem o calor do sol. Os mais apropriados são os de pedra (goiás, mineira e são tomé ou mármore e granito apicoados). Os tijolos aparentes são bonitos mas podem esfarelar-se em contato com a água, o que pode ser evitado com a aplicação de um verniz acrílico a cada 4 anos. No caso das cerâmicas, os modelos com características antiderrapantes e refratárias são preferíveis, pois não esquentam com os raios solares. Outra opção é a madeira (jatobá, peroba e ipê são mais resistentes à umidade), que deve ser impermeabilizada e recoberta com verniz naval a cada 6 meses.
     A cobertura do espaço da piscina pode ser de plástico retrátil, vidro refletivo laminado ou placas de policarbonato (com estrutura de ferro, alumínio ou madeira) ou lona inflável, presa ao redor da piscina e inflada com a ajuda de um exaustor.

Fonte: Revista Arquitetura & Construção - out/93.


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Fonte : www.catep.com.br

TIPOS DE VIDRO

     O vidro temperado passa por um processo de têmpera, aquecido e resfriado rapidamente, tornando-se assim mais resistente do que os comuns. Caso quebre, fragmenta-se em pequenos pedaços que não machucam. É indicado para fachadas, portas, janelas, divisórias, boxes para banheiro e tampos de mesa, por ser fortemente resistente a impactos.
     O vidro laminado é formado por duas ou mais lâminas de vidro entremeadas de películas plásticas. É um vidro seguro, pois, ao romper-se, os cacos ficam presos na película, impedindo a passagem de pessoas e objetos. Utilizado para portas externas e internas, janelas, terraços, telhados, clarabóias, parapeitos, pisos, visores de piscinas e degraus devido à sua resistência a impactos e boa vedação do frio, calor e ruídos.
     O vidro refletivo possui uma camada metálica espelhada na face externa, refletindo os raios solares e reduzindo a passagem de calor e protegendo carpetes, móveis e pisos. Não prejudica a visão de dentro para fora e não permite que se enxergue de fora o ambiente. Apropriado para regiões muito quentes e também para portas, janelas, coberturas, divisórias e boxes de banheiro.
     O vidro aramado tem uma estrutura de tela de arame que impede que os cacos se soltem quando quebra. Não é tão resistente quanto os vidros especiais, porém é mais barato. Seu uso é indicado para coberturas, balaustradas, terraços e portas.

Fonte: Revista Arquitetura & Construção - abr/98.


 

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Fonte : www.catep.com.br

ASPECTOS LEGAIS DA CONSTRUÇÃO

     A construção de uma edificação exige que sejam considerados e atendidos diversos aspectos, principalmente os de caráter legal, que têm início já na escolha do lote.
     A legislação é muito ampla, e varia de um local para outro, motivo pelo qual recomenda-se, para todos os casos, a contratação de um profissional (arquiteto ou engenheiro). Entretanto, é bom saber o que ela envolve.
     A primeira questão refere-se às cláusulas contratuais do loteamento, que procuram uniformizar o bairro e, muitas vezes, são até mais severas que o Código de Edificações do município. Elas podem definir, por exemplo, o número de pavimentos, a taxa de ocupação (percentual, em relação à área total do terreno, ocupada pela projeção da construção sobre o terreno), o coeficiente de aproveitamento (índice que estabelece a relação entre o total de área construída e a área do terreno) e a adoção de recuos maiores que os previstos em lei.
     Se o lote pretendido está no litoral, em região de mananciais (junto a represas ou bacias hidrográficas) ou em área de floresta nativa, as exigências legais se multiplicam. No caso do litoral, muitas faixas de terra são bens permanentes da Marinha Brasileira; paga-se o preço de mercado do lote, mais uma taxa à Marinha para ocupá-lo e ainda é preciso cumprir as exigências para sua ocupação. Geralmente, não se constrói ao longo de uma faixa de 30m, contados a partir da maré alta; nela, só são permitidos equipamentos de lazer e jardins, desde que não comprometam a paisagem.
     Em área de proteção aos mananciais, o problema está mais na taxa de ocupação e no coeficiente de aproveitamento, visando prejudicar o menos possível a vegetação nativa. Árvores centenárias não podem ser derrubadas; muitas vezes, elas são identificadas pelo diâmetro do seu tronco, e precisam estar indicadas no levantamento planialtimétrico.
     No caso das matas naturais, por maior que seja o terreno, a taxa de ocupação e o coeficiente de aproveitamento serão bastante pequenos, para que a construção da edificação não caracterize um desmatamento. Ao visitar o loteamento, deve-se verificar se o mesmo está em região protegida por lei especial.
     Principalmente em cidades grandes, não é incomum estar tramitando, nas esferas municipal, estadual ou mesmo federal, projetos que impliquem, futuramente, na desapropriação parcial ou total de áreas - e, conseqüentemente, na sua desvalorização, pois esse procedimento não respeita os valores de mercado.
     Ao pensar em comprar um terreno urbano, é necessário conferir se há, no bairro, algum projeto de porte, como uma alça viária, a duplicação de uma avenida, a construção de prédio público ou até a urbanização de uma praça, o que poderá levar parte do lote.
     O profissional pode identificar a classificação do lote quanto à sua localização, o que a legislação de zoneamento permite construir e se há projetos para alteração do uso do solo nas imediações.
     Uma vez resolvidos os prováveis problemas que envolvem a compra, é preciso definir o profissional responsável pelo projeto. O custo do projeto é pessoal, embora o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) possua uma tabela de honorários que serve de parâmetro para os profissionais. A escolha de um profissional que já atue na cidade é uma boa alternativa, tendo em vista que ele, com certeza, já deve estar cadastrado junto à respectiva prefeitura.
     Os procedimentos legais e burocráticos junto à prefeitura devem ser cumpridos pelo arquiteto ou pelo proprietário, ou por terceiros, com a devida procuração legal. Os documentos exigidos normalmente são:
     • o título de propriedade do imóvel, devidamente registrado (escritura);
     • cópia das folhas 1 e 2 da notificação/recibo do IPTU;
     • memorial descritivo, especificando os materiais a serem utilizados, em duas vias (assinadas pelo autor do projeto e pelo proprietário);
     • peças gráficas (plantas, implantação, cortes, fachada principal, tabela de iluminação e ventilação com carimbo próprio da prefeitura, assinadas pelo autor do projeto, pelo responsável pela obra e pelo proprietário);
     • levantamento planialtimétrico em duas vias (elaborado por profissional habilitado ou pelo próprio arquiteto);
     • vias da taxa recolhida para o CREA, com base no valor cobrado pelo arquiteto e na metragem quadrada, sem a qual a prefeitura não libera o Alvará de Construção;
     • cópia do recibo atualizado dos profissionais envolvidos e cadastrados na prefeitura;
     • cópia da carteira do CREA dos profissionais;
     • comprovante de pagamento das taxas e emolumentos exigidos pela prefeitura (que variam de cidade para cidade) referentes ao andamento do processo a ser instaurado.
     Caso o setor municipal responsável pela liberação do Alvará de Construção encontre alguma irregularidade, emitirá um Comunique-se, ou seja, um comunicado oficial do problema encontrado e um prazo para que este seja sanado; deve-se ficar atento aos prazos do Comunique-se, para que as pendências sejam resolvidas em tempo hábil.
     As prefeituras, via de regra, exigem que o canteiro construído na obra seja cercado por tapumes, dão um prazo para seu cumprimento e cobram uma taxa para sua execução (embutida nos comprovantes exigidos antes da aprovação do projeto).
     Todos os profissionais que trabalharão na obra (à exceção dos autônomos) precisam ser registrados de acordo com as normas no Ministério do Trabalho, pagando a Guia de Recolhimento da Previdência Social. Em um quadro de avisos, em local visível, estarão os nomes dos empregados, horários de entrada e saída e horário de funcionamento da obra.
     Na obra ficará uma cópia da planta aprovada e o Alvará de Construção. De acordo com a legislação, deve haver um banheiro, mesmo que os empregados não durmam no alojamento. A obra ainda deverá ter ligação de água e luz e a placa do autor do projeto e do responsável técnico em lugar visível: se um fiscal do CREA não a localizar, pode multar o profissional com base em lei federal.
     Dependendo da situação do terreno, são estipulados horários para carga e descarga, da entrega do material de construção aos bota-foras de terra. A legislação é específica demais, mas os horários usados visam evitar que a construção incomode a vizinhança.
     A fiscalização de obras, na verdade, não existe para aterrorizar os proprietários, mas para impedir que a legislação seja ferida. Quando algum tipo de irregularidade é encontrado - a construção não confere com a planta aprovada, foram feitas alterações no projeto original, há desrespeito às leis trabalhistas -, o fiscal deve emitir uma Notificação ao proprietário ou profisional responsável pela obra. A exemplo do Comunique-se, a Notificação não é uma penalidade em si, mas um documento legal, com prazo para que o proprietário ou o profissional apresente a solução do problema. Quando a irregularidade é muito grave, pondo em risco a integridade física dos pedestres ou casas vizinhas ou sendo obra clandestina, o fiscal tem poderes para embargar (paralizar) a obra.
     Uma vez embargada, é dado um prazo para regularizar (ou justificar) a irregularidade que gerou o embargo, pagando uma taxa correspondente às adotadas na religação de água ou luz quando interrompidas por falta de pagamento.
     Concluída a obra, visitados os guichês que comandam os aspectos legais da construção e cumpridas todas as obrigações técnicas e legais, é emitido o mais almejado dos documentos para quem constrói: o Habite-se. Sem ele, não é possível ocupar o imóvel; com ele, acaba a interferência municipal sobre a construção.

Fonte: Revista Arquitetura & Construção - jul/92.


 

 

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Fonte : www.sitengenharia.com.br

Fossas Sépticas

As fossas sépticas, uma benfeitoria complementar às moradias . São fundamentais no combate à doenças, verminoses e endemias (como a cólera, por exemplo), pois evitam o lançamento dos dejetos humanos diretamente em rios, lagos ou mesmo na superfície do solo. O seu uso é essencial para a melhoria das condições de higiêne das populações rurais.
Esse tipo de fossa nada mais é do que um tanque enterrado, que recebe os esgotos (dejetos e águas servidas), retém  a parte sólida e inicia o processo biológico de purificação da parte líquida (efluente). Mas é preciso que esses efluentes sejam infiltrados no solo para completar o processo biológico de purificação e eliminar os riscos de contaminação.
As fossa sépticas não devem ficar muito perto das moradias (par evitar mau cheiro) nem muito longe (para evitar tubulações muito longas, que são mais caras e exigem fossa mais profundas, devido ao caimento da tubulação). A distância recomendada é 6m.
Elas devem ser construídas do lado do banheiro, para evitar curvas nas canalizações. Também devem ficar num nível mais baixo do terreno e longe de poços ou de qualquer outra fonte de captação de água (no mínimo, a 30m de distância), para evitar contaminações, no caso de um eventual vazamento.
O tamanho da fossa séptica depende do número de pessoas da moradia. Ela é dimensionada em função de um consumo médio de 200 litros de água por pessoa, por dia. Sua capacidade, entretanto, nunca deve ser inferior a 1.000  litros.
As fossa sépticas podem ser de dois tipos:
- Pré-moldadas;
- Feitas no local.


1) Fossas sépticas pré-moldadas

As fossas sépticas pré-moldadas têm formato cilindrico. No mercado há dois tipos, independentemente de sua capacidade:
- Inteiriças, constituidas de uma única peça;
- De anéis, com encaixes macho e fêmea, para sobreposição.
Para volumes maiores é recomendável que a altura não seja maior que o dobro do diâmetro, para que a fossa funcione bem. Preste atenção neste detalhe, principalmente quando a fossa for de anéis sobrepostos.
A instalação de  uma fossa séptica pré-moldada começa pela escavação do buraco onde ela vai ficar enterrada no terreno, em seguida, o fundo do buraco  deve ser compactado, nivelado e  coberto com uma camada de 5cm de concreto magro. Nas fossas de anés sobrepostos,  é preciso fazer   uma camada de concreto magro. Nas fossas de anéis sobrepostos, é preciso fazer uma laje   de 7cm de concreto armado do fundo do beuraco, sobre uma camada de concreto magro .
Finalmente, a fossa pr-e-moldada é colocada no lugar.
A tubulação que liga  a  caixa de inspeção (da rede de esgoto da moradia) a fossa séptica deve ter um caimento de 2%, no mínimo, ou seja, 2cm por metro de tubulação. Para tanto, o topo do buraco da fossa deverá ficar num nível inferior ao da saída da caixa de inspeção.
As fossas sépticas pré-moldadas podem ser adquiridas diretamente dos seus fabricantes. Eles também dão cotações sobre a sua montagem no local. Os seus endereços constam das páginas amarelas das listas telefônicas, em geral sob o título `Concreto - Pré-moldados`.
Ao comprar fossas sépticas pré-moldadas, sempre dê preferência àquelas fabricadas segundo as Normas Técnicas Brasileiras`. As que não seguem essas normas não funcionam bem.

2)Fossas sépticas feitas no local
As fossas sépticas feitas no local têm formato retangular. Para funcionar bem, elas devem ter as seguintes dimensões:

FÓSSAS SÉPTICAS RETANGULARES

Número de pessoas

Dimensões internas

Capacidades (litros)

Comprimento Largura Altura
até 7 2 0,9 1,5 2160
até 10 2,3 0,9 1,5 2480
até 14 2,5 0,9 1,5 2700
até 21 2,7 1,2 1,5 3890
até 24 3,2 1,2 1,5 4600

A execução desse tipo de fossa também começa pela escavação do buraco, onde a fossa vai ficar enterrada no terreno.
O fundo do buraco deve ser compactado, nivelado e coberto com uma camada de de 5cm de concreto magro, é feita uma laje de concreto armado de 7cm de espessura.
Uma maneira fácil e econômica de construir esse tipo de fossa é usar blocos de concreto e placas pré-moldadas de concreto.
As paredes feitas com blocos de concreto de 15cm ou de 20cm de largura. Durante a execução da alvenaria, já devem ser colocados os tubos de limpeza (esgotamento), de entrada e de saída da fossa e deixadas ranhuras para encaixe das placas    de separação das câmaras.
As paredes internas da fossa devem ser revestidas com argamassas à base de cimento.
As paredes internas das câmara (chicanas)  e a tampa da fossa são feitas com placas pré-moldadas de concreto. Para a separação  das câmaras são necessárias cinco placas: duas de entrada e três de saída. Essas placas têm 4cm de espessura e a armadura em forma de tela.
A tampa é subdividida em duas ou mais placas, dependendo do tamanho da foossa para facilitar sua execução e até a sua remoção, em caso de necesidade. Essas placas têm 5cm de espessura e a sua armadura também é feita em forma de tela.
A concretagem das placas deve ser feita sobre uma supefície bem lisa, revestida de papel, para evitar a aderência do concreto ao piso onde é feita a concretagem, uma vez que as fôrmas não têm fundo.
As placas prontas das chicanas são encaixadas nas ranhuras deixadas nas paredes da fossa. As da tampa são simplesmente apoiadas sobre as paredes da fossa.
  
LIGAÇÃO DA REDE DE ESGOTO À FOSSA

A rede de esgoto da moradia deve passar inicialmente por uma caixa de inspeção, que serve para fazer a manutenção periódica da tubulação, facilitando o desentupimento, em caso de necessidade. Essa caixa deve ter 60cm X 60cm  e profundidade de 50cm. Deve ser construída a cerca de 2m de distância da casa, num buraco de 1m X 1m, com profundidade de 0,5m a 1m.

O fundo desse buraco deve ser bem compactado e receber uma camada de concreto magro.
As paredes da caixa podem ser feitas com blocos de concreto de 10cm de largura.



O fundo  e as paredes dessa caixa devem ser revestidos com uma argamassa à base de cimento.
A caixa de inspeção é coberta com uma placa pré-moldada de concreto com 5cm de espessura.
A ligação da rede de esgoto da moradia à fossa séptica deve ser feita com tubos de 10cm de diâmetro, assentados numa valeta e bem unidos entre si. O fundo da valeta deve ter caimento de 2%, no sentido da caixa de inspeção para a fossa séptica, ser bem nivelado e compactado.

DISTRIBUIÇÃO DOS EFLUENTES NO SOLO


Há duas maneiras de distribuir os efluentes no solo:
- Valetas de infiltração;
- Sumidouros.
A utilização de um ou outro vai depender do tipo do solo (mais poroso ou menos poroso)  e dos reursos disponíveis para a sua execução.

1) Valetas de infiltração
Esse sistema consiste na escavação de uma ou mais valetas, nas quais são colocados tubos que permitem, ao longo do seu comprimento, escoar   para dentro do solo os efluentes provenientes das fossa séptica.
O comprimento total das linhas de tubos depende do tipo de solo e da quantidade de efluente a ser tratada. Em terrenos mais porosos (como arenosos), 8m de tubos por pessoa são suficientes. Em terrenos menos porosos (como os argilosos), são necessários 12 m de tubo por pessoa. Entretanto, para um bom funcionamento de sistema , cada linha de tubos não deve ter mais que 30m de comprimento.
Quando o terreno não permite a construção das valetas nas quantidades e nos comprimentos necessàrios, pode ser feito um número maior de ramificações, de comprimentos menores. É o caso da ocorrência de obstáculos (uma árvore ou rocha) ou da inexistência de espaço suficiente. (limite da propriedade.
Os tubos devem ter 10cm de diâmetro e ser assentados sobre uma camada de 10cm de pedra britada ou cascalho, colocadas no fundo das valetas de infiltração. Os quatro primeiros tubos que saem da fossa devem ser unidos entre si. Entre os demais tubos deve ser deixado um espaço de 0,5cm , para permitir o vazamento do efluente à medida que ele desce pelos tubos. Junto a esses espaços, os tubos devem ser cobertos (apenas na parte de cima com um pedaço de lona plástica ou outro material impermeável, para evitar a  entrada de terra na tubulação.
Em seguida as valetas são fechadas com uma camada de brita, até meia altura e o restante co m o próprio solo.
Nos entroncamentos ou ramificações de tubos é recomendável o uso de caixas de distribuição.
  

2) Sumidouro
O sumidouro é um poço sem laje de fundo que permite a penetração do efluente da fossa séptica no solo.

O diâmetro e a profundidade dos sumidouros depende das quantidades de efluentes e do tipo de solo. Mas não devem ter menos que 1m de diâmetro e mais que 3m de profundidade.

Os sumidouros podem ser feitos com blocos de concreto ou com anéis pré-moldados de concreto.
A construção de um sumidouro começa pela escavação do buraco no local escolhido, a cerca de 3m da fossa séptica e num nível um pouco mais baixo, para facilitar o escoamento dos efluentes por gravidade. A profundidade do buraco deve ser 80cm maior que a altura final do sumidouro.
É recomendável que o diâmetro dos sumidouros com paredes de blocos de concreto não seja inferior a 1,5m para facilitar o assentamento. Os blocos só podem se assentados com argamassa de cimento e areia nas juntas horizontais. As juntas verticais não devem receber argamassa de assentamento, para facilitar oi escoamento dos efluentes.
Se as paredes forem feitas com anéis pré-moldados de concreto, eles devem ser apenas colocados uns sobre os outros, sem nenhum rejuntamento, para permitir o escoamento dos efluentes.
Esses  anéis podem ser adquiridos diretamente de fabricantes locais de pré-moldados de concreto ou de artfatos de cimento.
A laje ou tampa dos sumidouros pode ser feita com uma ou mais placas de concreto. Elas podem ser executadas no próprio local ou adquiridas diretamente dos fabricantes de pré-moldados ou artefatos de cimento da região.


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Fonte : www.ecivilnet.com

Rebaixamento de lençol freático  . . .

A água

    Do volume total de água existente no planeta Terra, apenas 1% é água doce. Este pequeno volume de água doce está assim distribuída: metade está nos lençóis profundos (a mais de 800m), e portanto, difícil de ir buscar, a outra metade se distribui entre os lençóis subterrâneos, denominados aqüíferos (47%), na umidade do solo (0,8%), no ar (0,7%) e nos rios e lagos (1,5%). Para se ter uma idéia do que acima foi exposto, apresenta-se uma simulação extraída do jornal Folha de São Paulo de 17/05/97: `Se toda a água da Terra fosse igual a 2 litros, a água dos rios, lagos e subterrânea seria igual a meia colher de chá e o total de água, só nos rios, seria igual a uma gota`.

    Apesar dessa `pequena` quantidade de água, com a qual lidam os profissionais da construção civil, é muito importante estudar o seu comportamento, pois é essa água que realiza o trabalho mais intenso de desgaste do relevo da Terra, incluindo os trabalhos de transporte e deposição de sedimentos. Nós, porém, ficaremos restritos apenas ao trabalho de análise e estudo dos aqüíferos.

Ciclo hidrológico

    No ciclo hidrológico grande quantidade de água precipitada nos continentes penetra por gravidade no solo até atingir as zonas saturadas que constituem o reservatório de água subterrânea: são os chamados `lençóis aqüíferos` ou simplesmente `aqüíferos`. Quando uma escavação atinge estes aqüíferos e se torna necessário executar qualquer serviço à seco, é necessário esgotar a água durante a execução desses serviços. Os processos empregados para esse fim são denominados `rebaixamento temporário de aqüíferos`.

Tipos de aqüíferos

    Os aqüíferos podem ser: `artesianos` e `artesianos livres` (também chamados de lençóis freáticos).

    Os aqüíferos artesianos são aqueles em que a água se encontra sob pressão superior à atmosférica em decorrência de um desnível de sua superfície provocado pelo confinamento de uma ou mais camadas de baixa permeabilidade. Já nos aqüíferos livres, esse confinamento não existe, e portanto, a superfície da água se encontra com pressão igual à atmosférica.

Permeabilidade dos solos

    É a propriedade dos solos que indica a maior ou menor facilidade que os mesmos oferecem à passagem da água através de seus vazios. Essa maior ou menor facilidade de passagem da água é numericamente expressa pelo `coeficiente de permeabilidade (k)` cujo conhecimento é importante para os problemas de movimento da água no solo e em particular os de rebaixamento dos aqüíferos.

    Quanto menor o `k`, menos fluxo de água escoa pelos vazios do solo. Para fins práticos de engenharia, quando o mesmo for da ordem de 10 a 8 cm/s, consideramos o solo como sendo `impermeável`.

Sistemas de Rebaixamento de Aqüíferos

    Qualquer que seja o sistema de rebaixamento empregado o mesmo impõe uma diminuição das pressões neutras do solo e, conseqüentemente, um aumento nas pressões efetivas que podem causar (e muitas vezes causam) recalques indesejáveis ès estruturas situadas no raio de influência do rebaixamento, principalmente se estiverem sobre camadas compressíveis como argilas moles ou areia fofa. Por isso um projeto de rebaixamento pressupõe um estudo de recalques dessas estruturas. Aquelas consideradas mais sensíveis devem ser controladas por instrumentação (medidas de recalques e abertura de fissuras) para a tomada de decisões rápidas que evitem prejuízos às mesmas. Também é conveniente, durante o rebaixamento, instalar medidores de nível de água, em pontos estratégicos, para acompanhar a variação do nível do lençol freático e compará-lo com o previsto no projeto. Essa evolução do rebaixamento deve ser correlacionada com a vazão medida no sistema através de hidrômetros.

Veja na figura o esquema de um Rebaixamento de Lençol Freático:

Bombeamento Direto ou Esgotamento de Vala

    É o mais simples de todos os sistemas de rebaixamento. Consiste na coleta de água em valetas, executadas no fundo da escavação, que são ligadas a um ou vários poços , estrategicamente posicionados, onde a água é acumulada e a medida que atinge um determinado volume recalcada para fora da zona de trabalho, conforme pode ser visto na figura abaixo:

Figura 1 - Sistema de rebaixamento por bombeamento direto (clique no desenho para visualizar melhor).

    As bombas empregadas neste sistema de rebaixamento são dos mais diversos tipos e potências, sendo sua escolha normalmente feita de maneira empírica.

Inconvenientes deste sistema

a) No caso de escavações suportadas por cortinas estanques contínuas, a força de percolação da água pode causar substancial perda de suporte quando o gradiente hidráulico for elevado, prejudicando os trabalhos e até inviabilizando execução de fundações rasas. Se existir uma camada pouco permeável pode ocorrer a súbita ruptura do fundo da escavação, se não forem executados drenos de alívio.

b) Sempre que se usar este sistema de rebaixamento é importante verificar se não ocorre carreamento de partículas do solo, observando-se regularmente, a água na saída das bombas para ver se a mesma está saindo limpa. O carreamento de partículas de solo provoca recalques acentuados em estruturas vizinhas è escavação (além daqueles que o próprio rebaixamento provoca) em particular nas calçadas e ruas, pondo em risco as utilidades públicas enterradas (dutos de água, esgoto, telefone, etc). Ao se constatar carreamento de solo, deve-se melhorar o sistema de captação de água, dispondo-se filtros, onde estiverem ocorrendo esses carreamentos, conforme mostrado abaixo:

Figura 2 - Utilização de filtros (geotextil). Exemplo onde o sistema de rebaixamento por bombeamento direto é econômico (clique no desenho para visualizar melhor).

ou executar drenos sub-horizontais profundos (DHP) eventualmente complementados por uma trincheira drenante conforme detalhado abaixo:

Figura 3 - Drenos sub-horizontais profundos (DHP) e trincheira drenante (clique no desenho para visualizar melhor).

Aplicações

     Uma das situações em que este sistema de rebaixamento é utilizado está ilustrado na figura 2 desta página onde a camada permeável é de `pequena` espessura (em relação à profundidade da escavação), repousando sobre um extrato `impermeável` (k da ordem de 10(-8) cm/s). Nesta situação a escavação pode ser realizada seguindo-se a metodologia apresentada abaixo:

Sistema de Rebaixamento com Ponteiras Filtrantes (Well-Points)

     Consiste na implantação de várias ponteiras filtrantes, com pequeno espaçamento entre elas (1metro à 2 metros) ao longo do perímetro da área a rebaixar, as quais são ligadas a rede coletora através de mangueiras plásticas dotadas de um registro.

     Este método permite executar o rebaixamento de lençol freático em grandes áreas com profundidades médias de escavações em torno de 5 metros.

     Podendo entretanto através da implantação de múltiplos estágios ser aplicado à escavações mais profundas.

     A extremidade dos coletores é conectada ao equipamento composto de bomba de vácuo, separador ar-água, bomba centrífuga, o qual retira água do solo, fazendo com que a pressão atmosférica recalque a água e promova a escorva da bomba centrífuga e conseqüente bombeamento.

Normalmente, cada equipamento trabalha com 40 a 60 metros de coletor, e entre 30 a 40 ponteiras.

Ponteiras

     As ponteiras constituem-se de um tubo de ferro galvanizado ou de PVC (este hoje em dia mais frequente) com diâmetro de 1 1/4 ` ou 1 1/2` terminado por uma peça com cerca de 1m de comprimento (a ponteira propiamente dita),perfurada e envolvida por tela de nylon com malha de 6mm.

     Também é possível executar a ponteira sem tela fazendo-se ranhuras de pequena espessura no tubo, porém este procedimento só é usado em rebaixamentos de pequena profundidade e em solos predominantemente arenosos (sem siltes ou argilas).

     As ponteiras são instaladas em perfurações prévias executadas com tubo de aço galvanizado e circulação de água, analogamente ao processo de perfuração com lavagem nas sondagens à percussão.

     Quando o solo onde se instala a ponteira é de granulometria muito fina, imediatamente após a instalação deve-se envolver a ponteira com pedrisco e selar o topo com argila socada.

Acima pode ser visto o esquema da Ponteira Tradicional

     Cada ponteira é ligada ao tubo coletor por um mangote flexível e um registro que serve para regular a vazão de água que passa pela mesma, de modo a manter o trecho filtrante da ponteira sempre submerso, para que não haja entrada de ar.

     Quando se constata entrada de ar, regula-se o registro para uma menor vazão, ou até se fecham alguns registros da rede.

     Os registros, quando fechados, permitem a troca das ponteiras a eles ligadas que estejam apresentando defeito.Por essa razão é uma boa prática de engenharia não se eliminar está peça do sistema de rebaixamento, embora em rebaixamentos de pouca responsabilidade esta prática nem sempre é seguida.


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Fonte: www.ecivilnet.com
 
Estruturas mais altas do mundo ...
 
Até meados do século XX, o recorde de estrutura mais alta do mundo era claramente definido. Desde então, porém, há uma discussão e muita confusão sobre os critérios de definição envolvidos. Em se tratando de altura absoluta, a maioria das estruturas mais altas são as torres de transmissões de rádio e TV, em torno de 610 metros de altura.

Entre as discussões sobre critérios de definição:
  • Estruturas sustentadas por cabos devem ou não ser consideradas?
  • Somente a altura 'habitável' e 'habitada' deve ser considerada?
  • Em caso positivo, decks, galerias e mirantes de observação 'transformam' torres de transmissões e comunicações em estruturas 'habitáveis'?
  • Antenas nos topos dos edifícios devem ser contadas na altura das estruturas? (a discussão tem como foco estruturas em forma de espiral ou 'detalhes arquitetônicos')
  • Estruturas em construção devem ser incluídas na lista?
  • Estruturas em alto-mar devem ter sua altura submersa incluída na altura total?

Estruturas mais altas - classificadas por categoria

Categoria Estrutura País/Região Cidade Altura
Estrutura suportada Plataforma Mars (pernas atirantadas) Golfo do México - 990,6 m
Edifício - em construção Burj Dubai Emirados Árabes Dubai 800 m (estimativa) (2624 ft)
Estrutura suportada em terra Torre da KVLY-TV EUA Mayville, Dakota do Norte 629 m
Estrutura Plataforma Petronius Golfo do México   610 m
Estrutura em terra CN Tower Canadá Toronto 553 m
Edifício - ponto mais alto Sears Tower EUA Chicago 529 m
Edifício - topo da antena Sears Tower EUA Chicago 529 m
Edifício - topo arquitetural Taipei 101 Taiwan Taipé 508 m
Edifício - topo do telhado Taipei 101 Taiwan Taipé 448 m
Edifício - mais alto andar ocupado - em construção International Commerce Centre Hong Kong Hong Kong 490 m
Edifício - mais alto andar ocupado Taipei 101 Taiwan Taipé 438 m
Estrutura com outra estrutura funcional maior Borj-e Milad Irã Teerã 435m
Chaminé Chaminé da Estação de Energia GRES-2 Cazaquistão Ekibastusz 419,7 m
Torre Torre de TV de Kiev Ucrânia Kiev 385 m
Chaminé Inco Superstack Canadá Sudbury 381m
Torre Gerbrandy Tower Países Baixos Lopik 375 m
Pilar de ponte Viaduto de Millau França Millau 341 m
Edifício incompleto Ryugyong Hotel Coréia do Norte Pyongyang 330 m
Edifício residencial Q1 Austrália Gold Coast 323 m
Pilar de eletricidade Pilares do Pearl River Crossing China Pearl River 253 m
Minarete Mesquita Hassan II Marrocos Casablanca 210 m
Edifício Histórico Philadelphia City Hall EUA Filadélfia 167 m
Torre de igreja Ulm Münster Alemanha Ulm 161 m
Hall industrial Vehicle Assembly Building EUA Kennedy Space Center 160 m
Cruz memorial Santa Cruz del Valle de los Caídos Espanha El Escorial 152,4 m
Edifício educacional Moscow State University Rússia Moscou 240 m
Silo Henninger Turm Alemanha Frankfurt am Main 120 m
Torre de controle de tráfego aéreo KUL Control Tower Malásia Kuala Lumpur 130 m
Propaganda em luminária Bayer Cross Leverkusen Alemanha Leverkusen 118 m
Torre de madeira Torre De rádio Gliwice Polónia Gliwice 118 m
Torre de suporte para bonde aéreo Pilar da terceira seção do Gletscherbahn Kaprun Áustria Kaprun 113.6 m

    A maior estrutura do mundo, incluindo as que estão parcialmente submersas, é a Plataforma Mars no Golfo do México, com 990,6m. É uma plataforma de pernas atirantadas, ou seja, consiste em um deck/plataforma ao nível do mar sustentado por cabos presos no fundo do oceano. Como essa plataforma de petróleo e gás natural é parcialmente mantida por cabos, alguns críticos defendem que a altura submersa não seja contada, assim como a altura subterrânea de prédios.


Plataforma Mars - Golfo do México

    Atualmente, a Plataforma Mars não está funcionando devido aos danos provocados pelo Furacão Katrina no final de Agosto de 2005. A plataforma foi projetada para suportar ondas de 22 m e ventos de 225 km/h simultaneamente; os ventos provocados pelo Katrina, porém, atingiram entre 265 e 280 km/h na região da plataforma. *A altura da parte sobre a plataforma foi temporariamente afetada em cerca de 20 m.

    A maior estrutura em terra é a Torre da KVLY-TV, nas proximidades de Mayville, na Dakota do Norte (Estados Unidos), com 629 m. É uma antena de transmissões de metal sustentada por cabos.


Torre da KVLY-TV

    A Torre de Rádio de Varsóvia em Gabin-Konstantynow próximo a Varsóvia (Polônia), com 645 m, era maior, mas desabou em 8 de Agosto de 1991, devido a problemas na manutenção dos cabos de suporte.

    A principal razão para não incluir torres e antenas de transmissões entre as estruturas mais altas do mundo é porque elas não são auto-sustentadas. Outro exemplo de estrutura que não é auto-sustendada seria uma longa corda com uma ponta presa ao chão e outra ponta presa num balão de hélio. Se estruturas que não são auto-sustentadas fossem contadas, essa provavelmente seria a maior do mundo.

    A diferença, porém, é que torres sustentadas por cabos são feitas para uso permanente e não são tão vulneráveis quando cordas carregadas por balões, que seriam facilmente levadas em caso de mau tempo. Dessa forma, torres sustentadas por cabos são como torres auto-sustentadas, pois sozinhas podem se proteger de ventos e da ação da natureza.

    A CN Tower em Toronto (Canadá) tem 553,33 m de altura, e é a estrutura mais alta realmente auto-sustentada da superfície terrestre.

    A maior torre de aço auto-sustendada é a Torre de TV de Kiev, com 386 m de altura. A Torre de Rádio de Mühlacker, na Alemanha, era a mais alta estrutura de madeira do mundo, com 190 m. Foi construída em 1934 e demolida em 1945. Hoje, a mais alta estrutura de madeira é a Torre de Rádio de Gliwice, na Polônia, com 118 metros.

Comparações

    Existem duas formas de comparação de alturas de estruturas: o método da CTBUH (Council on Tall Buildings and Urban Habitat) e o metódo do AA Skyscraper.

Método da CTBUH (histórico)

Data (Evento) 1. Altura até o topo 2. Altura até o andar mais alto 3. Altura até o topo absoluto 4. Altura até o topo da antena
2003 (Inauguração do Taipei 101) Taipei 101 Taipei 101 Taipei 101 Sears Tower
2001 (Destruição do World Trade Center) Petronas Twin Towers Sears Tower Sears Tower Sears Tower
1998 (Inauguração das Petronas Towers) Petronas Twin Towers Sears Tower Sears Tower World Trade Center
1996 (definição das categorias pela CTBUH) Sears Tower Sears Tower Sears Tower World Trade Center

Método do AA Skscrapers

Categoria Estrutura Localização Altura
Estruturas totalmente habitáveis - Espiral Taipei 101 Taipé 509 m
Estruturas totalmente habitáveis - Antena Sears Tower Chicago 529 m
Estruturas totalmente habitáveis - Andar mais alto Taipei 101 Taipé 438 m
Estruturas parcialmente habitáveis - Espiral CN Tower Toronto 452 m
Estruturas parcialmente habitáveis - Antena CN Tower Toronto 554 m
Estruturas parcialmente habitáveis - Andar mais alto CN Tower Toronto 452 m
Estruturas não habitáveis Torre da KVLY-TV Dakota do Norte 629 m

CLICK MDO ; Empreitadas ; Assessoria de Engenheiro Civil POLI/USP

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